Ruben
O impensável aconteceu, a mãe da
Mariana e do Martim pelo que percebi é a mais recente conquista do meu pai… no
fundo merecem-se os dois, pelo menos já não estraga mais casa nenhuma…
Era nisso que pensava quando
-
Pai eu gosto muito de ti
Sorri ao ouvi-lo e ainda mais quando o
meu menino abraçou-me
-
Também gosto muito mas mesmo muito de ti
-
Eu já sabia e agora ainda sei mais
-
Então?
-
Tu defendeste eu e a mana quando a -
o menino calou-se por uns segundos - a
outra começou a dizer só disparates
-
Martim, não digas isso
-
É verdade eu agora sei mas isso também não interessa mais porque eu agora tenho
uma família e eu não quero saber de mais nada
-
Filho, não sei se percebeste tudo o que foi dito mas o pai quer que saibas que
farei de tudo para que sejamos pai e filho de verdade como falas
-
Eu percebi e até percebi que já começaste a tratar disso - sorri - só não sei é porque que não contaste
-
Oh piolho porque antes de adotar-te, é preciso tratar de alguns assuntos, foi
por isso que não contamos logo
-
Tá bem…
Conforme falou, saiu da cama e quando
já estava próximo da porta do quarto
-
Onde vais?
-
Ver da mana tou preocupado com ela
-
Espera… vou contigo
Segui atrás do Martim e quando
entramos na sala, vimos a Kika sentada ao colo da Mariana, falavam
tranquilamente e bastou uns segundos para perceber o tema
-
… o meu pai não é como a tua mãe
-
Kika não insistas!
-
Mas porquê?
-
Porque neste momento não consigo…
-
E se for amanhã?
-
Não vais desistir, pois não?
-
Não!
-
Kika, compreendo que queiras que aceite o teu pai como meu, mas isso não é algo
fácil, muito menos que aconteça de um dia para o outro, entendes?
-
Por isso é que quero que o conheças melhor
A Mariana olhou-me como que a pedir
ajuda e por ter consciência que o dia hoje já teve emoções suficientes
-
Kika, vamos! Vou levar-te a casa!
-
Mas…
-
Depois combinas e vens cá noutro dia, pode ser?
-
Pode…
-
Não fiques triste, Kika a mana precisa mesmo de descansar
-
Mas podes pensar no que pedi?
-
Posso… não prometo que mude de opinião mas prometo que pensarei no que pediste
A Kika despediu-se do Martim e depois
foi até ao quarto dar um beijinho na Inês, quando regressou saímos com destino
à sua casa.
***
Regressei a casa e esperava encontrar
a Mariana na sala ou na cozinha mas não a vi, fui até ao nosso quarto e o que
encontrei foi o meu amor e o meu filho a dormirem abraçados.
Deixei-os sossegados, fui até à
cozinha, fiz umas torradas e aqueci um copo de leite, sim aquilo foi o meu
jantar, a verdade é que com tudo o que se passou perdi o apetite.
Regressei ao quarto, troquei de roupa
e depois de certificar-me que a Inês continuava a dormir, deitei-me ao lado dos
meus amores.
Estava a observá-los quando a Inês
acordou e uns minutos depois a Mariana despertou, levantou-se com cuidado para
não acordar o Martim e aproximou-se do berço, pegando na nossa filha para dar o
peito
-
Queres que prepare alguma coisa para comeres?
-
Sim… faz torradas e um chá
Saí do quarto e regressei com o que
pediu, coloquei o tabuleiro em cima da cómoda e peguei na nossa filha,
coloquei-a a arrotar e depois troquei a fralda, estava com ela nos meus braços
e perdido a olhá-la quando
-
O que se passou mexeu muito com o Martim
-
Não foi só com o menino que mexeu…
-
Sim… mas é diferente… já estou vacinada contra estas aparições, agora o Martim
não
-
O Martim é muito mais forte do que julgamos e sabe o que quer, não se deixa
influenciar e prova disso foi tudo o que falou
-
Mas não deixa de ser uma criança…
A Mariana aproximou-se e sorriu ao ver
a nossa pequenina de olho aberto, deu-lhe um beijinho na testa e pediu que a
deitasse no berço, algo que fiz e depois
-
Queres que o vá deitar na cama dele?
-
Não… deixa-o ficar aqui
Sorri e depois deitei-me de um lado e
a Mariana do outro, ficamos alguns minutos a olharmo-nos no silêncio e por fim
adormecemos…
Mariana
Apesar de tudo consegui dormir, talvez
porque agora tenho do meu lado alguém para lutar comigo.
Acordei com beijinhos do Martim, sorri
ao abrir os olhos, o meu puto é único e mesmo depois do que aconteceu, acordou
como sempre acorda, de sorriso no rosto e a demonstrar o quanto nos ama.
Ainda ficamos os três na cama durante
um bocado, mas os meus dois homens acabaram por levantar-se, uma vez que o mais
pequeno iria para o colégio e o mais velho para o treino.
Perguntei ao piolho se queria ajuda,
mas como resposta tive um
-
Não mãe podes ficar aí deitada que já vi que tás preguiçosa! - gargalhei - e depois já sou crescido
Saiu de nariz empinado, o que fez com
que sorrisse. Fiquei mesmo na cama e só saí quando ouvi
-
Mas o que é que se passou aqui? Ai a Mariana!
Fui até ao quarto do Martim e assim
que entrei, voltei a rir com a resposta do puto
-
Oh pai eu tive que experimentar as camisolas todas para ver qual fica melhor
com estas calças e depois não podes falar muito que és pior que eu… eu só tirei
as camisolas todas das gavetas tu tiras as camisas e as calças também
-
Tão engraçado… a formiga já tem catarro!
-
Não… a formiga aprendeu com o pai
Voltei a gargalhar, para depois
-
Estou feita convosco!
-
Eu tou bem assim? Fica bem não fica?
-
Fica… fica…
-
Tá bom… agora vou comer!
Saiu do quarto todo dono e senhor de
si, o que fez com que ríssemos novamente
-
Mas afinal o que lhe deu?
-
Até parece que não conheces o puto… lembrou-se disto!
-
Pois… e lembrou-se porquê? Talvez porque é o que o seu paizinho faz!
-
Oh mor admito que às vezes sou indeciso na escolha da roupa mas o que desarrumo
também arrumo!
-
Ya… muitas vezes mal dobrado e depois sobra sempre para a mesma!
Não respondeu, começou a dobrar as
camisolas do Martim mas pedi que fosse antes até à cozinha dar o pequeno-almoço
ao menino.
Estava a terminar de arrumar o seu
quarto quando o Martim entrou chateado
-
O pai não deixa eu meter gel no cabelo!
-
Desculpa? Queres o quê?
-
Meter gel para ficar ainda mais bonito!
-
E convencido!
-
Oh mãe!
-
Sim filho - entrei na
onda
-
Tás a gozar comigo!
-
Oh Martim, anda cá -
puxei-o para o meu colo - não estou a
gozar, só achei piada ao teu amuo
-
Não é amuo! Eu só quero ficar mais bonito
-
Não é por colocares gel no cabelo que ficas mais bonito!
-
Mas deixas eu meter?
-
Noutro dia… agora estás a ficar atrasado
-
Tá bem…
O meu irmão deu-me um beijinho e
depois agarrou na mochila, saindo de seguida. Fui atrás e despedi-me do Ruben,
uma vez que do colégio seguia direto para o treino.
Ruben
O Martim acordou como se nada tivesse
acontecido, não tocou mais no assunto e ainda nos fez rir com a história da
roupa.
Deixei-o no colégio e segui para o
Seixal, onde estive a manha toda. Regressei a casa e encontrei a Inês a dormir
ao colo da Mariana
-
Então?
-
Deve ser as cólicas, está rabugenta
- aproximei-me ainda mais - e só se
calou ao meu colo
-
Tadinha… -a Mariana
sorriu
-
Sabes que isto é normal nos bebés, não sabes?
-
Sei mas não significa que goste de vê-la assim - voltou a sorrir
-
E ainda não sabes tu que não fiz almoço - olhei-a - mor
não consegui… a menina passou a manhã toda a chorar
-
Não faz mal… não tens culpa da menina precisar de ti
-
Também precisas de almoçar, por isso pega na nossa filha que vou preparar algo
rápido!
Não hesitei a pegar na menina, no
entanto assim que o fiz rabujou, o que provocou o sorriso na Mariana, o meu
amor ainda ficou connosco durante um bocadinho mas acabou por sair.
Estava entretido a olhar para a minha
princesa quando resolveu tramar-me, começou a chorar e não a consegui calar,
fui até à cozinha e assim que a Mariana olhou sorriu
-
Então filha o teu pai não te consegue calar - falou enquanto limpava as mãos
-
Vais começar a gozar?
-
Uiii que o senhor seu pai está sensível - falou ao pegar na Inês, para depois sorrir e - Mor não fiques assim porque hoje de manhã
também não a estava a conseguir calar
-
Pois mas agora já sossegou
- voltou a sorrir
-
Oh meu ciumento pega lá na menina e coloca-a contra o teu peito, como estou a
fazer, que fica sossegadinha!
Olhei em modo de desconfiado, o que
fez com que gargalhasse e depois entregou-me a menina, segui rigorosamente as
dicas que o meu amor foi dando e consegui aguentar a nossa filha, até a Mariana
terminar o almoço.
-
Vai comendo que vou só dar o peito e já regresso
-
Espero por ti!
-
Tudo bem! - beijou-me
e saiu
Aproveitei para lavar a loiça que usou
para preparar o almoço, estava tão entretido que só quando falou é que reparei
nela
-
Oh filha, já viste o teu papá em versão de dona de casa
-
Tão engraçada que a tua mamã está!
- resmunguei e a Mariana sorriu
-
Mor podes cortar-me a carne?
-
Vais comer com a Inês ao colo?
-
Tente deitá-la mas está com uma birra descomunal, tanto que nem mamou nada de
jeito, daqui a nada está com fome
-
Queres levá-la ao médico?
-
Não! Oh mor isto são cólicas de certeza e já dei o medicamento por isso é
esperar que passe
-
Como assim medicamento? Mariana a nossa filha é muito pequena para dares
medicamento assim do nada
- gargalhou o que fez com que a olhasse
-
Tens um papá muito stressado
- falava para a Inês - mor relaxa que
sei perfeitamente o que estou a fazer, além disso liguei para a pediatra antes
de pedir à tua mãe para ir à farmácia comprar o medicamento!
-
Ah…
-
Oh mor não sou maluca nenhuma e a Inês não é o primeiro bebé que vejo com
cólicas, muito menos o primeiro que cuido
-
Sei disso mas… -
calei-me, ainda assim
-
Mas a Inês é a tua filha
- voltou a sorrir
-
Não é minha, é nossa! E apesar de ter noção que sabes perfeitamente o que fazes
às vezes sinto que relativizas muito e isso faz-me confusão - voltou a sorrir
-
Mor é normal que te faça confusão, nunca cuidastes de um bebé e por isso não
estás mentalizado para o simples facto que os bebés não quebram facilmente,
Ruben quando foi do Martim tive o mesmo receio que tens, tudo era motivo para
colocar em causa os meus cuidados para com o menino, mas com o tempo passou, o
receio desaparecerá e a confiança surgirá naturalmente, não te preocupes!
Não respondi, fiquei simplesmente a
pensar no que falou enquanto comi. No fim coloquei a loiça na máquina e fui até
ao quarto, uma vez que a Mariana foi tentar adormecer a nossa filha, algo que
conseguiu e por isso tive direito aos seus mimos.
***
A Inês completa dois meses, dois meses
de muito choro e noites mal dormidas, mas também de muito amor e de sorrisos,
não há palavras para descrever o que sinto sempre que a tenho nos meus braços
ou que dou banho ou ainda quando simplesmente fico a olhá-la enquanto dorme.
A primeira coisa que fiz, assim que
acordei, foi ligar à Mariana, uma vez que estou de estágio, o meu amor garantiu
que a menina deu uma noite de sono relativamente calma e depois tive vários
minutos a falar com o meu piolho.
Acabei por desligar a chamada e fui
ter com os meus colegas, as horas passaram e seguimos para o estádio.
O jogo correu bem e garantimos mais
uma vitória, despachei-me relativamente rápido e quando saí em direcção à
garagem
-
Mariana?
-
Oi amor -
aproximou-se
-
O que fazes aqui? E a menina? Deixaste a menina sozinha?
-
Não… deixei-a com o Martim
-
Mas estás doida? -
gargalhou
-
Só dessa cabeça é que podia vir uma ideia dessas! Oh Ruben, deixei a Inês e o
Martim com a tua mãe! Achas mesmo que os ia deixar sozinhos?
-
Desculpa… mas porquê que vieste? Devias ter ficado com a Inês!
-
Ok… já entendi o recado!
- olhei - Desculpa lá se ao fim de dois
meses fechada em casa com a nossa filha resolvi ter umas horas só para mim
-
A nossa filha ainda é muito pequena, precisa da mãe dela!
A Mariana não respondeu, virou costas
e seguiu caminho, fui atrás e quando chegamos à garagem
-
Não trouxeste carro?
-
O que achas? Se tivesse carro, achas mesmo que estava à espera que abrisses o
teu carro?
-
E posso saber o que te deu para seres irresponsável a este ponto? Não basta já
teres deixado a menina sozinha ainda vens sem carro? E se a Inês precisasse que
fosses ter com ela, como fazias?
A Mariana olhou mas não respondeu,
aliás foi calada o caminho todo e nem quando cheguei a casa da minha mãe se
manifestou. Saí do carro e entrei, encontrei a minha mãe na sala, na companhia
do Martim
-
Boi noite
-
Pai!!!
O Martim correu para os meus braços
-
O que estás aqui a fazer?
- olhei para a minha mãe
-
Vim buscar a Inês e o Martim!
-
Mas passou-se alguma coisa?
- olhei-a
-
Martim, podes ir arrumar as tuas coisas para irmos para casa? - o menino olhou
-
Mas eu e a mana vamos dormir na casa da avó hoje
-
Não vão nada!
-
Mas eu quero dormir cá!
-
Martim, nada de birras que estou cansado! Faz o que te peço se faz favor!
-
Eu sei que tenho de fazer o que mandas porque és o meu pai mas deixa eu ficar
com a vó Bela
-
Ruben - olhei para a
minha mãe - deixa-os ficarem!
-
O Martim pode ficar se quiser mas a Inês vai para casa!
-
Deixa a mana ficar cá também
- voltei a olhar para o Martim - a vó
Bela sabe cuidar bem da gente
-
Martim, a Inês ainda é muito pequena.
-
Por isso mesmo… pai a mana tá a dormir na caminha que foi tua e do tio Mauro e
se a fores buscar ela acorda
-
Depois adormece!
Ainda dei dois passos para a ir buscar
a minha filha mas a voz do Martim deteve-me
-
Pai tu não és burro -
olhei para trás disposto a ralhar com o miúdo mas antes que o conseguisse fazer
- ainda não percebeste que a mana quer
tar sozinha contigo? Que foi por isso que pediu para eu e a mana ficar aqui - desviei o olhar para a minha mãe - não
podes esquecer que também tens de dar miminhos à Mariana - ainda assimilava
as palavras do puto quando - o pai anda
a portar-se mal com a mana e isso deixa ela triste, agora só queres saber de
mim e da Inês
-
Foi a Mariana que te disse isso?
-
Não… a mana só falou comigo para perguntar se queria ficar com a mana na casa
da vó
-
Então porquê que falaste isso?
-
Porque eu vejo as coisas e já percebi que tás diferente com a mana e ela anda
mais triste porque eu conheço ela e sei quando tá triste mas tenta disfarçar - voltei a engolir em seco - pai deixa a gente ficar cá e vai ter com a
mana antes que ela fique ainda mais triste contigo
O pedido do Martim atingiu-me de uma
forma brutal, ainda mais quando desviei o olhar para a minha mãe e percebi pela
forma como olhava-me que aquilo não era coisas da cabeça de uma criança, que
provavelmente a Mariana está mesmo chateada comigo
-
Vou dar um beijinho à Inês e depois vou ter com a Mariana
-
Tá bem!
Fui até ao quarto, onde está a Inês e
quando a observava, vi a minha mãe a entrar, desligou o intercomunicador e
-
Sinceramente foi preciso o Martim te abrir os olhos para entenderes o motivo
pelo qual a Mariana pediu para que ficassem comigo - olhei
-
Sermões agora não!
-
Isso só significa que o menino tem razão no que falou
-
Até parece que não sabe!
-
Por acaso não sabia, a Mariana só pediu que ficasse com os miúdos, não se
justificou e sinceramente nem perguntei porque gosto de cuidar dos meus netos e
é normal que precisem de algum tempo a dois, estava longe de imaginar que não
andas a dar atenção à tua mulher!
-
Também não é assim…
-
Deve ser ainda pior! Para o Martim perceber e chamar-te à atenção é porque não
deves mesmo andar próximo da tua mulher!
Não respondi, voltei as atenções para
a Inês e uns minutos depois saí. Passei pela sala, despedi-me do Martim e da
minha mãe e segui caminho.
Entrei para o carro e no segundo
seguinte vi a Mariana abrir a porta
-
Onde vais? - olhou
-
Buscar a Inês e o Martim… não foi para isso que cá viemos?
-
Deixa-os ficar…
-
Já percebi que tenho de solicitar a tua autorização para deixar a nossa filha e
o meu irmão com a tua mãe, por isso reconheço o meu erro e agora vou busca-los!
-
Desculpa… - a Mariana
que já tinha aberto a porta, olhou - amor
deixa-os ficar… a Inês está a dormir e o Martim quer ficar cá… além disso
exagerei, mas fiquei preocupado quando te vi no estádio… acho que é normal
-
Normal? Ruben, a primeira coisa que te passou pela cabeça foi que os deixei
sozinhos, de certa forma acusaste-me de ser má mãe, isso magoou-me, mas como se
não bastasse ainda vens cá para os levar, só não trouxeste a menina porque o
Martim te deve ter impedido, porque o puto rejubilou quando falei que podia
ficar a dormir cá com a mana
-
Já pedi desculpas… não posso fazer muito mais do que reconhecer que errei
-
Tudo bem… ainda assim vou busca-los porque tens razão, a menina ainda é muito
pequena!
-
Os nossos filhos ficam bem com a avó -
olhou novamente - mor não sei quais eram
os teus planos mas já percebi que os tinhas por isso… - interrompeu
-
Os meus planos não eram nada de extraordinário, mas sinceramente perdi a
vontade
-
Ainda assim… vamos para casa só os dois…
-
Faz o que quiseres… já estou por tudo mesmo!
Como terminará a noite? Até onde a
falta de mimo do Ruben para com a Mariana pode afetar a relação dos dois?
Olá
ResponderEliminarEles os dois tem de se entender .... Adorei *_*
Beijinhos
Catarina
Ai que o Martim gosta tanto do pai que quer ficar igual a ele, e isso implica ser demasiado vaidoso, com que então ver se a blusa combina com as calças? e gel no cabelo para ficar mais bonito, só o Martim para se sair com uma dessas, o Ruben ainda lhe dar lições de moral mas o puto adiantou-se logo dizendo que o pai era pior do que ele, adorei.
ResponderEliminarO que eu não esperava era que ele tivesse a reação que teve quando viu a Mariana e não viu as crianças, e teve que ser o puto novamente a abrir-lhe os olhinhos, os homens são mesmo tapadinhos, não percebem mesmo nada, nem mesmo com as coisas à frente dos olhos, ele anda tão empenhado em ser bom pai que se esquece que a Mariana também precisa dele, o puto apercebeu-se mas ele feito burro, como o Martim lhe disse, não percebeu que a Mariana queria ficar sozinha com ele, que não achou muita piada foi a Mariana, agora quero ver como é que a noite vai acabar. Adorei, e finalmente chegou a hora de dizer que quero o próximo, pois finalmente tenho a leitura em dia.
Continua,´
Beijocas
Fernanda