Martim
Os meus irmãos são a minha vida, adoro-os imenso, mas confesso que a determinada altura fugi da festa da minha princesa, afinal para princesa já basta ela, não é preciso todo o carnaval que montaram à sua volta.
Estava no quarto deitado a ouvir música quando vi a porta a abrir
- Posso?
- Sim… entra… Também fugiste da festa da Inês - a Kika sorriu
- Confere… gosto muito da minha sobrinha mas aquilo são miúdos a mais - falou ao sentar-se na beira da minha cama - não queres dar uma volta?
- Querer, quero mas duvido que nos deixem ir… afinal é a festa da Inês e ainda não cantamos os parabéns
- Pois…
- Mas podemos ficar aqui e ver um filme, o que achas?
- Posso escolher? - só pela cara que fez vi logo qual seria o género por isso
- Vai lá buscar um desses filmes lamechas que tanto adoras ver!
- Isso é um sim????
- Parece…
- Sem resmungares primeiro?
- Oh Kika não provoques! - sorriu
- Já volto!!!
A Kika saiu do quarto e aproveitei para ligar o LCD e o DVD, fechei ainda a persiana, afinal partilhamos o mesmo gosto e preferimos ver filmes às escuras, o que ultimamente fazemos com alguma frequência, afinal desde que as aulas começaram que nos temos dado muito melhor e isso deve-se ao facto de ter seguido o conselho do meu pai e deixei de curtir com todas, o que se traduziu em mais tempo disponível para a Kika e por isso recuperamos a relação de amizade que sempre tivemos.
- Está aqui!!
- Outra vez?! - falei assim que vi o filme - Já o vimos tantas vezes!
- Oh mas sabes que adoro este filme!
- Tens noção que já sei as falas quase todas? - gargalhou
- Não seja exagerado!
- Mete lá o filme…
Falei enquanto ajeitava os puff’s para nos sentarmos.
***
Ainda comecei a ver o filme mas por já o saber de trás para a frente, confesso que desliguei por completo, até porque o sorriso parvo da Kika a ver o filme despertou-me a atenção e não consegui desviar o olhar, fica ainda mais linda quando sorri…
Estava a observar cada detalhe do seu rosto quando fui apanhado, a Kika desviou o olhar e percebeu que a olhava, sorriu timidamente e voltou a olhar para o LCD, algo que fiz também mas só por uns minutos, não resisti em olhá-la de novo… a Kika está cada dia mais bonita, o seu rosto já não está marcado pelas borbulhas próprias da nossa idade e o seu corpo… jesus… o seu corpo está cada dia melhor… talvez seja do ginásio ou então dos treinos de Vólei, só sei que é raro o dia que no colégio não oiça um comentário de algum amigo meu sobre a Kika, já pedi que parassem mas ainda fazem pior ao afirmar que não poderei proteger a minha irmãzinha de coração eternamente, não gosto nada quando falam assim e já me chateei com alguns…
O filme aproximava-se do fim e as personagens principais continuavam chateadas, o que fez com que sorrisse, a Kika apesar de conhecer o desfecho, sofre sempre quando vê o filme, estava a rir sozinho quando
- Podes parar de rir às minhas custas?
- Desculpa mas é cómico… sabes o final mas sofres como se não soubesses!
- Isto é porque gosto mesmo do filme… adoro a história de amor deles!
- Não passa de um filme!
- Que pode bem ser verdade! Olha a nossa irmã é um exemplo disso!
- A história do meu pai e da nossa irmã nada tem a ver com o filme!
- Tem sim… a Mariana ao início também não podia com o Ruben, mas depois foi conhecendo-o e tornaram-se amigos até que perceberam que era mais que amizade e até hoje amam-se imenso!
- Pois mas histórias dessas acontecem uma em mil para não falar em milhões
- Não acreditas no amor?
- O amor só nos faz sofrer!
- Até parece que sabes alguma coisa sobre o assunto!
- Sei o suficiente…
- Isso é a piada do ano! Martim nunca gostaste a sério de nenhuma das raparigas com quem curtiste, quanto mais amar
- Isso não significa nada!
- Significa sim!
- Agora é aquela parte que revelas que estás apaixonadíssimo por uma miúda mas que ela não está nem aí para ti!
- Podes parar de gozar! - levantei-me aborrecido, detesto quando gozam comigo
- Hey onde vais?
- Para a festa de anos da Inês, pelo menos os amiguinhos dela não gozam comigo!
- Espera… Martim desculpa - a Kika já estava de pé e a agarrar-me o braço
- Lá porque não namoro, não significa que não goste de alguém! - atirei aborrecido
- Conta lá… quem é a tua próxima vítima? - perguntou a sorrir
- Mas qual vítima, qual quê? Já me deixei disso… - admiti sem a olhar
- Daqui a nada estás a dizer que é para casar!
- Importaste de parar de gozar!
- Oh Martim fica difícil acreditar que estás apaixonado, primeiro porque não és nada disso e segundo porque nunca percebi por quem esse coração bate, logo não estás apaixonado coisíssima nenhuma!
- Não fales do que não sabes!
- Então diz-me quem é ela… vá diz!
- Não posso…
- Porquê?
- Porque não…
- Isso não é justificação - tentei sair do quarto mas a Kika colocou-se à minha frente - sempre fui a tua confidente, o que é que mudou?
- Simplesmente não quero falar sobre isso
- E porquê que não falas isso a olhar-me nos olhos?
- Deixa de ser chata!
- Só estou preocupada contigo… - a Kika atreveu-se a levar a mão ao meu rosto e obrigou-me a olhá-la - caramba gosto de ti e sempre partilhamos tudo, por isso não percebo porquê que não posso saber quem é ela
A sua mão no meu rosto e a proximidade dos nossos corpos deixou-me incomodado, tanto que contornei o seu corpo disposto a sair dali o quanto antes, mas a Kika puxou-me pelo braço e sem perceber bem como beijámo-nos pela segunda vez, mas agora foi diferente, a iniciativa foi da Kika e o seu atrevimento fez com que deixasse a razão de lado e aproveitasse o beijo ao máximo, a minha língua pediu permissão para entrar e uniu-se à dela… ai… como a Kika beija bem… mas o que é bom acaba rápido e a necessidade de respirar falou mais alto, os nossos lábios desuniram-se mas os nossos rostos continuaram próximos, encostei a minha testa à dela e ficamos simplesmente a olhar nos olhos um do outro… para mim o momento estava a ser mágico… afinal é tudo o que mais quero mas que nunca admiti por achar que nunca seria compreendido mas assim que ouvimos o meu pai a chamar-nos para cantar os parabéns à Inês afastamo-nos… desviamos o olhar e saímos completamente mudos…
Kika
Quando fui até ao quarto do Martim não foi de todo com a intenção de o beijar... de expor desta forma os meus sentimentos por ele mas a verdade é que desde as férias do Algarve que não consegui esquecer o beijo que demos, mas ao início não quis aceitar e por isso aquelas semanas foram um tormento, tudo o que o Martim falava ou fazia irritava-me, especialmente quando se punha a olhar para o rabo das outras, mas com o início das aulas isso mudou, o meu amigo aproximou -se de mim e deixou de curti com tudo o que tem um par de mamas.
Mas nunca tive esperanças, o Martim não é do tipo de rapaz que namora só com uma e depois nós somos como irmãos, já para não falar na Mariana e no Ruben, duvido que achem piada...
No entanto com o avançar da conversa tive a certeza que o Martim falava de mim... só podia ser para se recusar a dizer o nome e não olhar para mim... acabei por reagir por instinto e beijei-o a medo mas assim que senti a sua língua nos meus lábios, o medo desapareceu, o Martim queria tanto como eu... mas assim que separamos as bocas pensei que tivesse sonhado mas não… a respiração dele no meu rosto e o seu olhar penetrante não deixavam dúvidas mas aquele momento mágico conheceu o seu fim quando ouvimos o Ruben a chamar, saímos do quarto sem dizer uma única palavra
Cantámos os parabéns à Inês e assim que consegui saí de fininho, fui para o meu quarto, senti essa necessidade quando aproximei-me do Martim e ele se afastou…
***
Dias depois
Estava no quarto, deitada na cama, quando ouvi a porta a abrir
- Vem jantar
- Não tenho fome…
- Queres falar? – olhei para a Mariana – Já percebi que estás triste…
- Não é nada...
- Ok… mas quando quiseres falar sobre o rapaz que magoou esse coração – olhei – só estou de ouvidos
- Como sabes? – sorriu
- Primeiro já tive a tua idade e segundo porque te conheço, se a tua tristeza tivesse relacionada com outro assunto, já tinhas partilhado e agora vem jantar que barriga vazia, cabeça que não pensa
- Depois janto…
A Mariana não insistiu mais, saiu do quarto e fiquei sozinha, não entendo qual foi a do Martim, primeiro beija-me daquela forma e depois afasta-se…
Acabei por sair do quarto para comer e quando passei pela sala o Ruben chamou, não tinha grande vontade de ficar, até porque o Martim olhava para mim, ainda assim cedi ao seu pedido e sentei -me
- Nós - olhou para a Mariana que sorriu - vamos passar o próximo fim de semana a dois e queremos pedir que ajudem a minha mãe com os miúdos, podemos contar convosco?
- Sim... - respondi prontamente
***
De forma a facilitar com os miúdos, a Anabela veio passar o fim de semana a nossa casa, enquanto os eternos enamorados foram passear os dois.
Estava no quarto a olhar pela janela, afinal adoro ver chover quando ouvi a porta a abrir
- O que é que estás aqui a fazer?
- Podemos falar?
- Não tenho nada para falar contigo! - fui bruta, sei disso, mas a indiferença do Martim nos últimos dias magoou bastante
- Porquê que estás a falar assim?
- Não me lixes! A sério Martim já percebi que fui só mais uma com quem brincaste - olhou-me - que usaste e deitaste fora
- Isso não é verdade! - aproximou-se
- Nem tentes! Sai! - ordenei
- Kika não és só mais uma - interrompi
- Esquece! Martim não vou escorregar duas vezes na mesma casca de banana! É verdade que curtimos mas não o devíamos ter feito e agora sai!
- Foi assim tão mau?
- Não me lixes! E já falei que quero estar sozinha ou julgas que vou curtir contigo só porque a Mariana e o Ruben não estão?
- Será que ainda não entendeste que não quero curtir! Quero falar contigo numa boa
- Depois de dias a fugires de mim, a ignoras-me queres falar agora?
- Não fugi de ti!
- Essa foi para rir! - fui irónica e sem esperar o Martim reduziu o espaço entre nós e levou a mão ao meu rosto, obrigando-me a olhá-lo nos olhos e antes que conseguisse ter qualquer reação
- Fugi de mim - fiquei estática - e do que senti quando nos beijamos - suspirou
- O que queres dizer com isso?
- Que nunca senti isto por nenhuma rapariga
- Isso quer dizer mesmo o quê?
- Que sempre olhei para ti como amiga e quase irmã mas isso mudou…
- Como assim?
- Desde que nos beijamos no Algarve que comecei a olhar para ti de outra forma - baixou o olhar - não sei explicar… mas só a ideia de algum rapaz se aproximar de ti deixa-me irritado e depois voltamos a beijar-nos e desta vez foi porque ambos quisemos, não foi para que um gajo qualquer te deixasse de chatear
- Se isso é verdade porquê que te afastaste?
- Porque gosto de ti mas isto não está correto - olhei-o desiludida - nós somos quase irmãos… o que é que a Mariana vai pensar?
- Nós não somos nada um ao outro! E a Mariana não é para aqui chamada!
- Ai não? Achas que vai achar piada a tudo isto?
- Quero lá saber disso! A vida é minha!
- Já te passou pela cabeça que se descobrem podes ter que ir para Londres?
- A Mariana e o Ruben não são capazes de fazerem isso…
- E os teus pais? Achas que deixam que fiques connosco?
- Os meus pais não precisam de saber! Aliás nem eles nem a Mariana e o Ruben!
- Até parece que não conheces a Mariana, o radar da nossa irmã está sempre em alerta, como pensas esconder dela?
- Só descobrem se não tivermos cuidado
- E quando descobrirem?
- Lidamos com isso nessa altura!
- Estás mesmo disposta a arriscar?
- E tu estás? - perguntei e como resposta tive simplesmente o seu sorriso enquanto se aproximava ainda mais
- É mesmo preciso responder a isso? - falou já com as mãos na minha cintura e os nossos corpos colados
- Queres namorar comigo?
- Quê?
- Perguntei se queres namorar comigo! Martim só corro o risco se quiseres um compromisso, caso contrário fica como está
- Mas se assumirmos… - não o deixei continuar
- Perguntei se queres namorar, não falei em assumir pelo menos para já! Tens de prometer que serei a única, não quero que curtes com outras!
- Desde que nos beijamos no Algarve que não curti com mais nenhuma rapariga - levou a mão direita ao lado esquerdo do meu rosto e desviou uma madeixa de cabelo
- Isso significa que serei a única?
Simplesmente acenou que sim com a cabeça e vi de imediato um sorriso lindo nos seus lábios para de seguida os sentir contra os meus… não é o primeiro que beijo mas é o primeiro que dá como meu namorado…
Mariana
Nestes últimos dias tenho notado a Kika tristonha mas quando tentei entender o motivo, a minha irmã fechou-se em copas, não insisti por saber que mais cedo ou mais tarde que desabafa comigo.
Este fim de semana pedimos a colaboração do Martim e da Kika para ajudarem a Anabela a cuidar dos mais pequenos, uma vez que decidimos ter um tempinho a dois, afinal também merecemos.
- Já posso saber onde vamos? - o meu amor desviou o olhar da estrada e sorriu
- Para o meio do nada… que quero-te só para mim - gargalhei
- Egoísta! - desta foi o Ruben que riu
- Sempre quero ver se continuas a achar que sou egoísta quando chegarmos… - sorriu
***
Chegamos a Montemor-o-Novo e confesso que adorei o sítio escolhido pelo Ruben, talvez pelo contacto com a natureza ou então porque o local transmite tranquilidade e privacidade.
Deixamos as malas no quarto e partimos à descoberta, fomos passear pela cidade e almoçamos num dos restaurantes que nos aconselharam.
A tarde foi de relax e aproveitada para namorar bastante mas assim que começou a escurecer regressamos ao hotel.
- Vou para o duche… - percebi qual a intenção dele mas
- Então vai - olhou para trás - tanto quanto sei não precisas da minha autorização para isso!
- Da autorização não mas da companhia… - falou manhosamente e enquanto regressava para junto de mim
- Não sei se mereces…
A forma como o Ruben sorriu foi suficiente para perceber que vinha asneira mas não tive tempo de dizer o que quer que fosse, o meu amor pegou em mim ao colo e levou-me com ele, bem refilei mas não adiantou e só quando estávamos na casa de banho é que me largou.
Acabei por partilhar o momento do duche com ele, o que não foi sacrifício nenhum, muito pelo contrário…
Estava a acabar de limpar a água do corpo quando do nada o Ruben deu uma gargalhada
- O que é que te deu?
- Nada…
- E agora ris assim do nada? - voltou a sorrir
- Oh… não é nada de especial mas lembrei-me daquela vez que o Martim nos ouviu, lembraste?
- Do que te foste lembrar… mas sim lembro, afinal não é todos os dias que uma criança de oito anos pensa que estás a agredir-me - voltou a rir - mas porquê que te lembraste disso?
- Sei lá… lembrei-me!
- Mas por falar nisso - olhou - o Martim disse-te mais alguma coisa?
- Sobre?
- Sobre aquela vez que nos apanhou no jardim!
- Ah isso… não falou mais!
***
Saímos do quarto e fomos jantar, no regresso aproveitamos para nos mimar, mas também para conversarmos sobre tudo e sobre nada em concreto, afinal até para isso o tempo é escasso, foi no meio da conversa que
- Não achas que o Martim anda estranho? - olhei
- Se fosse só ele… a Kika também está cheia de mistérios!
- Pois mas com o Martim tentei falar mas não adiantou nada!
- Com a Kika foi igual!
- O que se passará com os dois?
- Oh… estão apaixonados ou ainda não deste por isso?
- Um pelo outro?
- Pois… essa parte é a única que ainda anda a escapar-me mas ou muito me engano ou é isso mesmo! - olhou-me
- E falas isso como se nada fosse?
- Não vou dramatizar!
- Estás a falar do teu irmão e da tua irmã - sorri assim que percebi o problema do meu amor
- São ambos meus irmãos mas os dois não têm qualquer relação de parentesco, por isso se o que desconfio for verdade não vou dramatizar, até porque são adolescentes e a paixão de hoje não será a mesma de amanhã
- Pode bem ser - sorri ao ouvi-lo - nas coisas do coração nunca se sabe!
- Mas és contra?
- A questão não é essa…
- Desenvolve!
- Não tenho nada contra mas achas que o teu pai não se vai opor?
- Porquê que se haveria de opor?
- Mor… a Kika é filha dele e se estão apaixonados o mais provável é começarem a namorar
- E???
- E vivem os dois debaixo do mesmo teto! - gargalhei e por isso o Ruben olhou
- Mor daqui a nada estás a afirmar que vivem em união de facto
- Estás a gozar mas o Paulo pode não gostar que a filha viva diariamente com o namorado
- A Kika só vive connosco porque o meu pai não está cá, porque se tivessem viviam cada um na sua casa, no entanto isso não muda nada, mor são mais as horas que estamos ausentes do que presentes, achas mesmo que quando quiserem fazer alguma coisa, não fazem? Independentemente de partilharem casa ou não…
- Lá terei que falar com o puto! - gargalhei
- Já o devias ter feito mas antes tarde do que nunca! - olhou
- Não vou tarde coisíssima nenhuma! O Martim ainda não dormiu com nenhuma rapariga!
- E como tens tanta certeza se nunca falaram sobre o tema?
- Porque se já tivesse acontecido o puto contava!
- Hum… hum… estás mesmo convencido disso? Oh mor apesar de teres a relação que tens com o Martim, há assuntos que o meu irmão pode ter vergonha de abordar, pelo menos de livre e espontânea vontade!
- Agora também não adianta ficar a pensar no assunto!
- Nisso concordo… até porque há coisas bem mais interessantes para se fazer… como por exemplo passarmos da teoria à prática…
O Ruben gargalhou mas não se fez de esquisito e a noite foi bem agradável…
Como correrá o fim de semana?
Quanto aos jovens enamorados… será para durar? E o Paulo reagirá bem?
Olá
ResponderEliminarAdorei *_*
Beijinhos
Catarina
Fantástico...
ResponderEliminarTou super curiosa para ver o próximo...
Continua
Olá!
ResponderEliminarDemorei a cá chegar mas hoje tinha de colocar a leitura em dia!!lool
Esta familia Amorim está top!Dei umas grandes gargalhadas com as discussões entre a Kika e o Martim, mas agora isso mudou e gosto imenso de ver os jovens enamorados!! xD
Quem andou também com demonstrações de afecto que nem dois jovens foi a Mariana e o Rúben ao ponto de serem apanhados pelo Martim :P (ri me imenso com isso tambem loool)
Gostei imenso destes capitulos e como obvio espero pelo proximo!;)
Beijinhos