Mariana
Estes últimos
dias têm sido para esquecer e se arrependimento matasse a esta hora já estava
com “sete palmos de terra em cima”, sim que arrependi-me amargamente de ter
convidado a Kika para os anos do meu irmão e ainda mais por ter sido fraca e revelado
toda a verdade sobre o canalha que tem como pai…
Passei o dia todo
a desejar que o momento de regressar a casa chegasse para voltar para junto
daqueles que mais amo, mas até isso se revelou desastroso ou não fosse o Ruben
ter avisado que o Martim queria a verdade sobre os pais, algo que magoou-me mas
que até estava disposta a aceitar. O mesmo não posso dizer da forma como o
Martim reagiu quando fui ter com o menino ao quarto, aquela agressividade toda
para com o Ruben magoou-me verdadeiramente e por isso mesmo preferi deixá-lo
sozinho em vez de perder a razão, além disso tenho plena confiança no Ruben e
sei que está mais do que preparado para lidar com as birras do Martim.
Estava sentada no
sofá quando o Ruben passou pela sala e foi direto para o quarto, nem sequer
olhou para mim, atitude que deixou-me inquieta e por isso tomei a iniciativa de
ir ter com ele.
- Amor - o Ruben estava
a despir-se - estás a ouvir? Oh Ruben!
- voltei a chamá-lo e só há quarta vez é que olhou
- Diz…
- O que é que se passou?
- O teu irmão quer a verdade a qualquer custo…
voltou a pedir que lhe contasse tudo e como me neguei porque essa é uma
conversa que tens de ser tu a ter com ele, o Martim voltou a ser bastante
desagradável comigo…
- O que é que te disse ou fez?
- Esquece Mariana…
- Esqueço nada! Ruben quero saber!
- Mariana não te preocupes com isso - aproximou-se - amor deixa estar que com o teu irmão entendo-me eu!
- Mas…
- Mas agora vais pensar em ti e no nosso Tink
Wink - olhei-o - mor menino já está na cama por isso nós vamos fazer o mesmo, que
amanhã é outro dia e não se avizinha que seja melhor que este, por isso vamos
descansar para amanhã termos paciência para aturar as birras do teu irmão.
- Mas primeiro diz-me o que é que o Martim te
disse ou fez para que estejas tão magoado? - olhou-me - Sim que
conheço-te perfeitamente para perceber que não estás a contar tudo e que estás
verdadeiramente magoado!
- Não interessa! Isso é entre mim e ele - suspirou pesadamente - amor não insista por favor!
Acabei por lhe
fazer a vontade e quando nos deitamos procurei o conforto dos seus braços e foi
assim que adormeci, isto depois de pensar e repensar na melhor forma para falar
com o meu irmão.
***
Acordei com
sensação de estar ainda mais cansada do que quando fui dormir, ainda assim
levantei-me para despachar o meu irmão. Saí da cama com o máximo de cuidado
para não acordar o Ruben e fui até ao quarto do Martim.
O menino dormia
serenamente e como ainda tinha algum tempo fiquei a observá-lo, foi quando
estava perdida em pensamentos que senti a mão do Ruben no meu ombro direito.
- Bom dia amor! - beijou-me - acordas tu o
menino ou vais preparar o pequeno-almoço?
- Posso acordá-lo…
O Ruben voltou a
beijar-me e depois saiu com destino à cozinha. Escolhi a roupa do Martim e no
fim acordei-o, como sempre fiz, ou seja com beijinhos.
- Bom dia piolho!
O Martim não me
cumprimentou, simplesmente se virou para o outro lado
- Martim tens de te levantar para não nos
atrasamos!
- Quero dormir!
- Pois mas já está na hora de acordar!
- Mas eu não quero!
- Anda lá amor…
A muito custo
consegui tirá-lo da cama e quando esperava que o mais difícil estava feito
enganei-me redondamente ou não fosse o Martim ter embirrado que não vestia a
roupa que escolhi. Tentei convencê-lo a vestir-se mas a tarefa revelou-se numa
missão impossível, tanto que perdi a paciência e dei-lhe uma palmada no rabo, o
que só serviu para piorar a situação, tanto que
- Mas afinal o que é que se passa aqui? - olhei para a porta e vi o Ruben
- É ele que não se quer vestir! - bufei sem paciência
- Oh Martim posso saber porquê que não te queres
vestir? - o Ruben perguntou mas não obteve
resposta - Não respondes?
- Hoje está numa de nos tirar do sério! - resmunguei
- Tem calma…
- Fica difícil…
- Pensa no bebé…
O Ruben não falou
por mal mas o Martim levou demasiado a peito o que ouviu e mais uma vez
acusou-nos de não querermos saber dele, o que se por um lado arrasou comigo por
outro destruiu o pouco que sobrava da minha paciência, o que fez com que num
impulso me tenha virado para o Martim e só não lhe dei outra palmada porque o
Ruben segurou-me na mão
- Tu és má… tu antes de conheceres o Ruben não
eras assim… eu quero a minha mãe…
O Martim teria
continuado com toda a certeza mas o Ruben impôs a sua autoridade, de tal forma
que surpreendeu não só o Martim como a mim
- Martim Miguel cala-te imediatamente! Não te
admito que continues com esta postura! Já ultrapassaste tudo o que considero
como razoável por isso ou acabas com esta birra sem sentido ou algo vai mudar!
E agora sai da cama e veste a roupa que a Mariana escolheu!
- Não quero! E tu não és ninguém para dares
ordens!
- Aí é que te enganas! Sou teu pai - o menino olhou-o - e responsável por ti, logo é bom que percebas rapidamente que posso
muitas coisas e uma delas é dar-te educação! Martim entende que tens de nos
respeitar aos dois e mesmo que não concordes tens de obedecer-nos porque nós
quando te dizemos alguma coisa é sempre para o teu bem! E agora sai da cama!
O Martim fez
ouvidos de mercador e ficou deitado, algo que nos irritou mas ao contrário de
mim que há muito tinha perdido a paciência o Ruben deixou-se ficar a olhá-lo,
impávido e sereno. Passou um, passou dois, passou cinco minutos e o Martim não
se mexeu, olhei para o relógio e constatei que já estava a ficar atrasada, por
isso mesmo fui despachar-me.
Ruben
O Martim hoje
estava disposto a testar-me os limites mas escolheu muito mal o dia, afinal o
meu treino está agendado para mais tarde do que o normal.
A Mariana acabou
por nos deixar sozinhos e assim que saiu, o menino quis ir atrás mas agarrei-o
pelo braço
- Larga-me!
- Não te digo mais vez nenhuma - o menino olhou-me talvez porque estava a falar
num tom de voz mais ríspido - veste a
roupa!
- Eu não quero essa roupa!
- Então temos um problema, porque esta é a única
roupa que vais vestir!
- Mas eu não gosto destas calças!
- E eu não gosto das tuas birras e tenho que as
aturar, por isso vais vestir as calças e sem refilar mais!
O menino ainda
reclamou durante mais um bocadinho mas lá percebeu que tinha que se vestir,
ajudei-o e quando chegamos à cozinha já a Mariana estava a terminar o seu
pequeno-almoço.
- Amor levas o Martim à escola?
- Sim.
- Vais ter comigo para almoçarmos?
- Posso responder mais perto da hora de almoço? É
que não sei se o pessoal não ficará pelo Seixal para o treino da tarde…
- Na boa.
Enquanto
falávamos preparei o pequeno-almoço do Martim, que como é habitual foi cereais
com leite mas assim que lhe coloquei a tigela na frente
- Não quero
cereais!
- Não avisaste
antes por isso agora comes!
- Não quero!
- Martim! - olhei-o com
cara de poucos amigos
- Quero pão com
manteiga!
- Come os
cereais!
O menino não respondeu mas também não
comeu e quando lhe pedi novamente para comer, o Martim refilou e ainda teve o
desplante de atirar com a tigela ao chão
- Já viste o que
fizeste? - a Mariana falou
- Eu disse que
não queria!
O meu amor passou-se e antes que
descambasse de vez
- Mariana - olhou-me - deixa-o, se não quer comer que não coma!
- Não vai para a
escola sem comer...
- Isso não é
problema... até porque hoje não vai à escola - olharam os dois - amor hoje não é o dia do passeio ao jardim zoológico?
- É.
- Então não vai! - a Mariana
olhou-me surpreendida já o Martim
- Tu não mandas em mim e a minha mana não vai
deixar eu faltar à escola! - o raio do fedelho
estava nitidamente a desafiar-me
- Mas ainda não percebeste que estás de castigo?
Não vais e não vais mesmo! Enquanto mantiveres essa postura de menino mal-educado
serás tratado como tal! Não queres comer não comas, não queres falar não fales,
não queres respeitar-me então ficas de castigo!
- Mana já viste ele?
- Já... desde que acordei - a Mariana teve a distinta lata de gozar - e se queres mesmo saber vi muito bem e
posso dizer que agora ainda estou a ver muito melhor o excelente pai que o
Ruben se tornou! Martim, ficas de castigo e sem birras! O Ruben tem razão há
muitas coisas que mesmo que não faças nós podemos viver com isso, como comer,
falar, brincar, dormir,…, entre outras coisas mas agora faltas de respeito
sabes bem que nunca te permiti e não vai ser agora que será diferente.
- Então vou contigo - falou animado talvez por pensar que brincaria
com o Nuninho o dia inteiro
- Não! - olharam-me os
dois - Agora vais para casa da minha mãe
e quando terminar o treino vou buscar-te, tens de estudar que para a semana
tens uma ficha!
A Mariana
olhou-me e percebi que não tinha entendido o motivo pelo qual disse que o
menino ficaria com a minha mãe, mas ainda assim não desautorizou. Já o Martim
barafustou mas de pouco adiantou.
- Amor posso saber porquê que o menino não vai
comigo?
- Porque seria dar-lhe o que quer, ou seja
brincadeira! Fica com a minha mãe e depois do treino vou buscá-lo, almoça
comigo e vai estudar que é para abrir a pestana! Quando for novamente para o
treino deixo-o com a minha mãe e depois vou buscá-lo.
- Vais dar trabalho à tua mãe...
- Não lhe faz mal nenhum... além disso para o
Martim vai ser excelente, sim que se ele pensa que tem na minha mãe a sua tábua
de salvação está bem enganado, se há coisa que a minha mãe não tolera é falta de
respeito e olha que sei bem do que falo!
- Ui... estás a querer dizer que eras uma peste
como o Martim?
- Pois... não sou a pessoa indicada para falar
disso mas a minha mãe sempre alegou que só ficava peste quando o meu irmão me
desencaminhava...
- Pois agora a culpa é do Mauro!
Teríamos
continuado a conversa mas estava na hora da Mariana seguir para o trabalho.
Aproveitei para ligar à minha mãe e pedi-lhe que ficasse com o menino,
explicando os motivos.
- Martim vamos embora!
- Não vou!
- Martim isso nem está em discussão! Vais e vais
mesmo! Agora escolhes ou vais a bem ou vais a mal!
O Martim ainda
refilou mas acabou por se dar por vencido quando o obriguei a caminhar na minha
frente.
Durante o caminho
não abriu a boca e assim que chegou a casa da minha mãe manteve a mesma postura
para comigo mas bem diferente com a D. Anabela, mal sabia ele que quando
ficasse sozinho com ela a coisa piava de outra forma.
- Mas o que é que se passou?
Contei
resumidamente à minha mãe o que se andava a passar e pedi que não lhe fizesse
as vontades, algo que tal como esperava aconteceu. Despedi-me do menino e segui
para o Seixal.
Os meus colegas
perceberam que algo se passava mas não dei grandes detalhes, afinal é um
pequeno problema familiar. Do Seixal fui direto para casa da minha mãe.
Anabela
Confesso que o pedido do Ruben
surpreendeu ainda mais quando percebi que foi ele que meteu o menino de
castigo.
Assim que o Ruben saiu para o treino
tentei puxar pelo Martim mas o menino não quis falar, por isso mesmo deixei-o
ver um pouco de televisão. Estava entretida a ler quando o menino pediu comer,
explicando que não tinha comido porque atirou os cereais para o chão.
- E achas que
fizeste bem? - questionei
- Eu não fiz por
mal... mas o Ruben pensa que fiz e por causa disso não passear...
- Achas que foi
só por causa disso? - olhou-me
- Também vai
começar?
- Martim anda
comigo até à cozinha - estiquei o braço e o menino deu-me a
mão
Preparei uma caneca com leite e dei-lhe
pão. Quando já estava a comer
- Martim queres
contar o que se passa?
- O Ruben já
contou!
- Sim... contou a
versão dele mas agora quero ouvir a tua.
- Porquê?
- Para perceber o
que se passa contigo... oh lindo nunca foste de responder dessa forma, sei que
gostas imenso da tua mana e do meu filho por isso não entendo as tuas últimas
atitudes!
- Não quero
falar! Quero é a minha mãe!
Ainda tentei perceber o motivo de tanta
insistência mas o menino não falou. Depois de comer quis ver televisão mas tive
que o proibir afinal o Ruben deu ordens para que estudasse e deixasse a
televisão para depois, o que aborreceu o menino ainda assim não resmungou,
talvez por respeito.
Deixei o menino a fazer alguns trabalhos
da escola e fui preparar o nosso almoço. Estava entretida quando ouvi
- Como é que se
portou?
- Bem… mas não
quer falar do assunto.
- Deixei-o estar… quando perceber que não é com
birras destas que consegue alguma coisa, logo atina!
- Ohh mas custa ver o menino tão triste.
- Sério? Logo você? Que sempre teve pulso firme
comigo e com o Mauro agora vai começar a fraquejar?
- Ohh vocês são meus filhos, o Martim é meu neto - sorriu ao ouvir-me - e o papel da avó é interceder pelos netos…
- Pois mas ainda me lembro quando a avó tentava
fazer isso que você não gostava!
- E só por ter essa noção é que obriguei o menino
a estudar… mas mudando de assunto como é que está a Mariana e o bebé?
- Está tudo bem… daqui a uns dias temos a
consulta.
- Estás deserto para veres o bebé!
- Lógico é o nosso Tink Wink…
Continuamos à
conversa e o Ruben acabou por me ajudar, no fim foi chamar o Martim e mais uma
vez ouvi-o a reclamar, não sei o que se passa com o menino mas que algo o anda
a revoltar lá isso anda.
Já estávamos
todos sentados à mesa quando o menino embirrou que não queria comer peixe
cozido com batatas, ainda pensei fazer outra coisa mas o Ruben nem deu
hipótese.
***
- Mãe pode emprestar-me um tupperware?
- Para quê?
- Para guardar o lanche do Martim!
- Não vais fazer o que penso?
- Vou! Não comeu ao almoço come ao lanche!
- Mas…
- Mãe!
- Ok filho…
Acabei por me
despedir deles uma vez que o Ruben avisou que iam para casa e ao contrário do
que estava inicialmente acordado o menino não voltaria, dado que o treino de
tarde foi cancelado.
Ruben
Uma vez que o
treino da tarde foi cancelado o Martim não teve outra solução que aturar-me a
tarde toda, isso incluiu uma tarde de estudo intensa, que só foi interrompida
quando o menino pediu comer.
- Toma!
Meti-lhe na
frente o tupperware com o almoço
- O que é isto?
- O teu lanche!
- Isso era o almoço!
- Que tu não comeste… por isso comes agora!
- Não quero!
- Tens a certeza? É que ficas já a saber que se
não comes isso também não comes mais nada!
Olhou-me de
trombas e depois de uns minutos lá agarrou no garfo
- Tá frio!
- Temos pena… se tivesses almoçado quando os
adultos tinhas comido quente… agora comes frio!
- És mau…
- Pois sou… sou mau para quem é mau para mim! E
olha que tu estás a ser muito mau… por isso tudo depende de ti, se quiseres que
seja o Ruben que sempre conheceste só tens de mudar essa tua atitude e falares
de uma vez o que se passa, principalmente porquê que insistes em veres a tua
mãe e conheceres o tu pai!
O Martim
barafustou, chorou, berrou… mas no fim comeu e depois ficou sentado de castigo
ao meu lado sem direito a ver televisão.
Até quando o
Martim manterá esta posição? E a Mariana contará a verdade sobre a mãe?
Olá!
ResponderEliminarAdorei! (sei que digo isto todas as vezes que leio um capitulo teu mas é verdade!)
O Martim está a fazer uma birra e das grandes! E ver o Rúben neste papel de pai severo é demais!
Mal posso esperar para saber durante quanto tempo o Martim vai aguentar estar com as rédeas curtas loool
E se a Mariana lhe vai contar a verdade??Posta rapido sff!!
Beijinhos
Rita
O Martim está a ser um osso duro de roer, mas teve azar, foi bater a uma porta muito má, porque o Rúben não lhe dá tréguas. Adorei a postura do Ruru, não mostra os dentes ao puto que se armou em cão com pulgas e agora aguente as consequências. O que eu ri com a história do lanche ser o almoço que se recusou a comer, onde é que eu já vi isto, juro que não foi comigo, mas vi esta cena tantas vezes...
ResponderEliminarNão é fácil aturar uma birra destas, eu não sei se tinha tanta paciência como o Rúben tem demonstrado ter, mas concordo plenamente com o método adotado, mas não sei se o puto se livrava a umas biscas, é que tá mesmo a pedi-las. É que o puto ainda tem a lata de se fazer de vitima, como o Rúben sempre lhe fez as vontades... mas o Rúben respondeu-lhe mesmo bem:
"- És mau…
- Pois sou… sou mau para quem é mau para mim! E olha que tu estás a ser muito mau… por isso tudo depende de ti, se quiseres que seja o Ruben que sempre conheceste só tens de mudar essa tua atitude e falares de uma vez o que se passa, principalmente porquê que insistes em veres a tua mãe e conheceres o tu pai!". Parece que o Ruben já é mestre no assunto, daí a habilidade para lidar com a situação, só há uma pequena diferença, é que dantes era ele que estava no lugar do Martim, ninguém diria, com aquela carinha de santo... Por isso é que ele entregou o Martim aos cuidados da mãe, porque com a D.Anabela o puto não se estica.
Em relação à Mariana, esta situação não é nada favorável para a condição dela, sossego que é bom nem vê-lo, eu só espero é que isto não traga consequências desagradáveis, ou um valente susto.
Adorei o capitulo, mas agora o que eu quero mesmo é ler o próximo, porque toda esta situação deixou-me curiosa.
Beijocas
Fernanda
Fabuloso...
ResponderEliminarQuero mais... Tou super curiosa para ver o próximo...
Continua... Cada vez melhor...
Ahhh já tinha saudades :)
Olá:
ResponderEliminarAgora completamente actualizada ;)
Pois as birras do Martim é muito normal, já deve pensar que vai perder a Mari e o Ruben por causa do bebe.
Adoro ver este Ruben super adulto ;) super pai :)
Mas tenho muito medo do que vem por aí, tanto em relação à mãe da Mari como ao pai do Martim, porque o pai dela ela arrumou-o logo ;)
Como bem sabes adoro a fic e todas as tuas fic´s e já só quero ler mais ;)
Adoro!!!!!
Beijinhos
Olá
ResponderEliminarAmeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii :D
Beijinhos
Catarina